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Tendências do Mercado

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Aposte nessas tendências para o varejo em 2026: o que já está moldando o jogo agora

Profissional usando um notebook dentro de uma loja de varejo enquanto outra pessoa analisa roupas em um cabideiro, representando digitalização, gestão e tendências modernas do varejo.

 

O varejo está entrando em 2026 menos movido por promessas tecnológicas e mais pressionado por margem, eficiência e previsibilidade. O crescimento não depende mais apenas de vender mais, depende de vender melhor, decidir mais rápido e operar com menos desperdício.

 

As tendências que realmente importam não são as mais barulhentas, mas as que já estão sendo adotadas por varejistas que cresceram mesmo em cenários instáveis.

 

Neste artigo, você vai entender quais tendências devem ganhar força no varejo em 2026, por que elas importam na prática e como se conectar a esse movimento de forma estratégica.

1. Dados deixam de ser suporte e viram motor de decisão

 

Em 2026, dados não são mais um diferencial competitivo, são pré-requisito de sobrevivência.

 

O varejo caminha para um modelo em que:

  • Decisões de sortimento, preço e estoque são baseadas em dados quase em tempo real
  • Planejamento deixa de ser anual e passa a ser contínuo
  • A intuição perde espaço para modelos preditivos

 

Segundo a McKinsey, empresas data-driven têm até 23% mais probabilidade de conquistar clientes e 19% mais lucratividade.

 

O que muda na prática

  • Menos excesso de estoque
  • Mais previsibilidade de demanda
  • Ajustes rápidos de preço e mix

2. Inteligência Artificial aplicada ao dia a dia (e não ao discurso)

 

Em 2026, a IA no varejo deixa de ser experimental e passa a ser operacional.

 

Não se trata de robôs ou promessas futuristas, mas de:

  • Previsão de vendas
  • Reposição automática
  • Sugestão de mix por região
  • Precificação dinâmica
  • Atendimento automatizado com contexto

 

O IBM Institute for Business Value aponta que 62% dos varejistas líderes já utilizam IA para tomada de decisão operacional.

Tendência clara

 

IA deixa de ser “projeto de inovação” e passa a ser infraestrutura de gestão.

3. Omnichannel mais simples, mais integrado e menos complexo

 

O consumidor não pensa em canais. E em 2026, o varejo bem-sucedido também não.

 

A tendência não é mais “estar em todos os canais”, mas integrar de verdade:

  • Estoque único
  • Preço coerente
  • Experiência contínua
  • Comunicação consistente

 

Segundo a Harvard Business Review, consumidores omnichannel gastam em média 30% a mais do que consumidores de canal único.

Erro comum

 

Confundir omnichannel com multiplicação de plataformas, quando o foco deveria ser orquestração.

4. Eficiência operacional vira vantagem competitiva

 

Crescer com margem será mais importante do que crescer em volume.

 

Em 2026, ganham espaço:

  • Automatização de processos
  • Redução de retrabalho
  • Integração entre áreas (compras, vendas, financeiro)
  • Gestão mais enxuta

 

De acordo com a Deloitte, varejistas que investem em eficiência operacional conseguem reduzir custos em até 20% sem comprometer a experiência do cliente.


5. Experiência do cliente baseada em contexto, não em personalização genérica

 

Personalizar deixou de ser chamar o cliente pelo nome.

 

Em 2026, experiência relevante significa:

  • Entender momento de compra
  • Respeitar contexto econômico
  • Oferecer soluções, não excesso de estímulos
  • Comunicar com utilidade

 

Segundo a Accenture, 91% dos consumidores preferem marcas que oferecem experiências relevantes e personalizadas de forma inteligente.

 

6. Sustentabilidade pragmática, não discursiva

 

Sustentabilidade deixa de ser marketing e passa a ser gestão de risco e eficiência.

 

Em 2026, o foco está em:

  • Cadeias mais curtas
  • Menos desperdício
  • Logística otimizada
  • Transparência operacional

 

Relatório da PwC aponta que consumidores estão dispostos a pagar até 9,7% a mais por produtos sustentáveis, desde que o valor seja claro.

 

7. Varejo mais conectado a ecossistemas do que a plataformas isoladas

 

O futuro do varejo é colaborativo.

 

Em 2026, cresce:

  • Integração com marketplaces B2B
  • Plataformas de compra recorrente
  • Parcerias estratégicas
  • Ecossistemas digitais

 

Esse movimento reduz custos de aquisição, amplia alcance e melhora eficiência — especialmente para pequenos e médios varejistas.

O papel da gestão diante dessas tendências

 

As tendências de 2026 exigem um novo perfil de gestor varejista:

  • Menos operacional reativo
  • Mais analítico e estratégico
  • Capaz de tomar decisões com base em dados
  • Aberto a tecnologia com foco em resultado

 

Não é sobre “seguir tendências”, mas entender quais fazem sentido para o seu modelo de negócio.

Tendência não é moda, é direção

 

O varejo em 2026 será definido por quem:

  • Usa dados para decidir
  • Simplifica operações
  • Integra canais de verdade
  • Investe em eficiência
  • Coloca tecnologia a serviço da gestão

 

Mais do que apostar em tendências, o desafio é traduzir essas direções em ações práticas e é aí que a gestão faz toda a diferença.

 


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